BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, ITAIM PAULISTA, Mulher, Portuguese, Música, Arte e cultura

Indicado ao Premio Multishow da música Brasileira de 2008, na categoria “revelação” ele vem mostrando seu talento ao público e lotando casas por onde passa.
Diogo Nogueira a mais nova revelação da música vem fazendo um belíssimo trabalho dentro do Samba, filho do saudoso e talentoso João Nogueira ele faz jus ao sobrenome que carrega.
Diogo Nogueira que sonhava em ser jogador de futebol, mas uma contusão no joelho impediu – lhe de continuar, a partir daí Diogo passa a seguir a carreira do pai. Desde pequeno ele era embalado por Choros e Samba, seu pai sempre o levava para cantar em seus shows, isso fez com que Diogo conquistasse a aprovação e o respeito dos bambas da música.
Em 2007 gravou um CD e DVD trazendo composições inéditas e composições de seu pai como “Espelho e Poder da Criação” nessa gravação ele conta também com a presença de alguns companheiros de trabalho como o Violonista Marcel Powell, Marcelo D2 e Xande de Pilares (grupo Revelação). O jovem de a penas 27 anos de idade também foi Tri-Campeão pela escola de samba Portela, co-assinando pelo terceiro ano consecutivo os sambas enredo da escola, em 2007 e 2008 os enredos feito por Diogo e seus parceiros tiveram notas máximas 8 e 10 de todos os jurados do desfie da Portela. Além e ser um ótimo cantos e compositor, agora ele vem estreando em uma nova área na televisão, isso mesmo, Diogo agora é também apresentador de um programa na TVBRASIL antiga TVE com o programa “Samba na Gamboa” todas as terças feiras as 20hs. Samba na Gamboa é um programa de bate papo entre Diogo e seus convidados e claro que não poderia faltar o verdadeiro samba, entre seus convidados já estiveram presente Beth Carvalho, Monarco, Paulinho da Viola, Tia Surica, Arlindo Cruz, Roberta Sá, Mart’nália, Marcelo D2, Dudu Nobre, Moyseis Marques e muitos outros.
Pode-se dizer que com muito talento e argumento coisas que ele tem de sobra, veio chegando pra ficar é também deixar a sua marcar na história do Samba.
Postado por: Beatriz Marques

Amar é sentir Saudade
Amar é respeitar o próximo
Amar é pra Sempre.
A pioneira das escolas de Samba do Rio de Janeiro entra mais uma vez belíssima na Sapucaí com o enredo E por falar em Amor, Onde anda você? Com trinta e nove alas, Sete alegorias e quatro mil e duzentos componentes e nas suas tradicionais cores azul e branco, desses quatro mil e duzentos componentes dois mil e quinhentos são da comunidade.
Mais uma vez a Portela entra na avenida em busca de um titulo, ou melhor, do seu vigésimo segundo titulo, a escola vem falando de amor em seu enredo, as suas alas vem representando um amor virtual, a lealdade, a saudade de um amor imortal, um amor que para todos é impossível, de amor que cruza as fronteiras, da liberdade, do amor ao próximo e do seu amor a Portela em um trecho do enredo eles declaram seu amor pela escola claramente “Oh Majestade do samba / O meu orgulho maior é a tua bandeira! / Chegou minha Portela! Meu eterno Amo! / A luz de Oswaldo Cruz e Madureira”.
Sua tradição vem desde 1923 “impostas” pelo seu fundado Paulo da Portela e depois dando seguimento o Seu Natal, a escola foi a pioneira em uniformizar a comissão de frente, a primeira a vencer um concurso e a escola com o maior numero de títulos. Dentro da Portela tivemos grandes nomes da música brasileira como: Monarco, Manacéa, Alvaiade, Casquinha, David Pandeiro, Jair do Cavaquinho, Jorge do Violão, Mauro Diniz, João Nogueira, Paulinho da Viola, Clara Nunes, Diogo Nogueira entre outros a maioria fazem parte da mais famosa Velha Guarda da Portela, esses portelenses construíram uma grande parte da história dessa escola alguns criados dentro da escola um amor de infância já outros foram se apaixonaram assim que foram chegando a escola, e é assim que a Portela foi se formando com muito carinho, amor, trabalho, respeito e união tudo isso é repassado as outras pessoas quando eles entram na avenida para mostra toda a sua beleza para os eternos apaixonados pela escola de samba Protela.
Enredo: E Por Falar de Amor, Onde Anda Você? Autores: Ciraninho, Wanderley Monteiro, Diogo Nogueira, L. C. Máximo e Júnior Escafura Brilha Portela! Das trevas renasce o amor… Meu coração guerreiro Cenas de cinema, lindos temas de amor Vem recordar… ranchos, blocos e cordões São vinte e uma estrelas que brilham no meu olhar Ah Majestade do Samba
Doze cavaleiros se uniram
Um rei a lealdade conquistou
Lendas do povo europeu
Feitiços, mistérios, magia
A lua vem beijar o astro rei
A noite se encontra com o dia
Lágrimas, nos olhos do imperador
Na Índia, o palácio da saudade
Mãe África Negra! O amor cruza o mar!
Liberdade!
É raça, é filho desse chão
Meu canto tem raiz, é brasileiro
É natureza e miscigenação
A união da família, momentos que o vento levou
O homem tem que usar a consciência
As maravilhas da ciência
Para viver em harmonia
Os mascarados nos salões
As fantasias do Municipal
Embarque nesse bonde é carnaval!
Se eu for falar da Portela não vou terminar
Lá vem minha Águia no céu da paixão!
O azul que faz pulsar meu coração
Meu orgulho maior é a tua bandeira!
Chegou minha Portela! Meu eterno amor!
A luz de Oswaldo Cruz e Madureira

Bom falar desse grupo ao mesmo tempo em que é arriscado pelo fato de estar falando de grandes pessoas são acima de tudo grandes músicos que vem fazendo um trabalho maravilhoso no mundo do samba e na sua história, e claro é uma grande honra poder comentar deles aqui neste espaço.
Formado por:
Magnu Souza (pandeiro e voz)
Maurílio de Oliveira (cavaquinho e voz)
Vitor Pessoa (surdo e voz)
Everson Pessoa (violão e voz)
Yvison Pessoa (percussão e voz)
Sim estou falando nada mais nada menos que QUINTETO EM BRANCO E PRETO, formado em 1997 esse grupo surgi da periferia de São Paulo, seus integrantes da Zona Leste e Zona Sul foram apresentados uns aos outros por Wilson Sucena na sua “casa” o bar Boca da Noite onde tudo começou desse momento em diante o samba toma um novo rumo, jovens entre 20 e 25 anos de idade optam por fazer um samba maduro e tradicional, batizados primeiramente como Quinteto Café com Leite, porém não foi o nome registrado pelo fato de já existir outro grupo com esse nome então a madrinha do grupo Beth Carvalho sugeriu o atual nome. Esses jovens meninos desde então trazem aos palcos da vida uma boa música, um samba contemporâneo, um samba onde eles expressão o que sentem o que passam e o que vivem , em pouco tempo o grupo começou a ocupar todo o espaço do samba mais que merecido além de tocarem bem, catarem bem, compõem bem, arranjam bem, são muito bonitos, alegres e trazem isso para os palcos, simpático e muito talentosos, ou seja, é um conjunto de harmonia que eles trazem com eles que no primeiro instante você se apaixona. Conhecidos nacionalmente e com muito talento tiveram a oportunidade tocar com grandes nomes do samba como: Beth Carvalho madrinha do grupo, Nei Lopes, Monarco, Arlindo Cruz, Almir Guineto, Guilherme de Brito, Wilson Moreira, Luiz Carlos da Vila, Nei Lopes, Walter Alfaiate, D. Ivone Lara, João Nogueira e Elton Medeiros, Tobias da Vai-Vai entre outros.
Já os conhecia de nome comentarios de alguns amigos que sempre falavam deles nunca tinha tido a oportunidade vê-los cantar, porém quanto tive essa oportunida me apaixonei logo de cara por aqueles cinco “meninos”, eleganes, bonitos, carismaticos entre outras qualidades de só eles tem, a partir dai passei a admiralos e respeitalos como músicos e poder falar do Quinteto hoje é uma emoção muito grande pra mim, falar de pessoas que sairam da periferia de São Paulo para defender a bandeira do Samba coisa que hoje quase não vemos no meio músical, vemos sim grupos chegando a doto momento dizendo tocar samba só pelo fato de ter uma levada parecida porém nada igual ao samba de verdade com uma música de pessima qualida é isso que vimos a todo momento na midia. Embora não estajam todos os dia no Fastão, no Gugu, no Altas Horas ou em qualquer programa de Televisão muitos falam que não estão namidia frequentemente talvez por trazerem um Samba “velhor” como dizem por ai, eu descordo plenamente eles apenas não estão na midia pelo fato de serem bons e terem talento até porque a midia não divulga nada que é bom ou que te faz pensar e não por trazerem um samba “velho” como eles mesmo dizem “O samba que canto é mais moderno do que muito pensam por ai”, mas mesmo não estando na midia onde passam levanto poeira. No ultimo dia 25/01/2009 teve a honra de ver mais um espetaculo no Memorial da America Latina em comemoração aos 455 anos de São Paulo e nada melhor para comemorar seu aniversário do que Paulistos da Gema como Quinteto em Branco e Preto.
Postado por: Beatriz Marques

Samba
No surgimento do samba trazido pelos africanos seu ritmo dançante, seus instrumentos de percussão entre outro adereço que fazia a festa nos tempos antigos, desde seu surgimento o samba é um gênero musical muito perseguido e criticado. Mais ou menos em meados da década de 1920 o samba estava basicamente fincado nas ruas do Rio de Janeiro onde se encontrava a maioria dos músicos e compositores da época, no inicio dessa época o estado do Rio de Janeiro estava passando por uma mudança, ou melhor, a chamada civilização do estado, então passa a deixar de existir os cortiços, malocas etc, para grandes prédios, avenidas, mansões entre outras estruturas luxuosas.
A parti de então as casas que existiam na cidade onde acorria a roda de samba passa a habitar os morros e bairros mais escondidos, porém muito procurados.
O samba nesta época era muito perseguido pela policia “onde havia samba havia cana” e todas as vezes que um musico era parado pela policia local com algum instrumento imediatamente era apreendido e os músicos ficavam sem seus instrumentos, mesmo com toda essa perseguição os músicos não se calavam e levam as suas mais belas composições e melodias para o povo em noites de chuva ou de luar a música não se deixa calar. Um dos bairros mais contemplado pelos boêmios na época era o bairro da Lapa onde se encontrava a maioria das casas noturnas e rodas de samba da cidade, nesta época Pixinguinha mais sete amigos apaixonados pela boa música passam a integra um grupo chamado “Oito Batutas”. O “Oito Batutas”
Passa a se apresentar no “Paras”, com seu violão, cavaco, pandeiro entre outros instrumentos, já não sendo novidade para ninguém a burguesia também criticava o ritmo tocado por eles. Sempre preocupados com o que o restante do mundo iria pensar a respeito do nosso país, com as músicas que eram tocadas nos bares e botequins, para a burguesia música de verdade são apenas aquelas que eram feitas “na porta de casa” as músicas tocadas em grande festa da alta sociedade, música que não representava o verdadeiro sentimento dos brasileiros, para eles tanto a música feita ou toca nos morros ou bairros da “periferia” quanto quem as cantavam eram a vergonha do país.
Bibliografia
"Nem do morro nem da cidade - As transformações do Samba e a industria Cultural 1920/45"
Postado por: Beatriz Marques
Pessoal nos desculpem pelo tempo em que ficamos sem postar, mais é que com essa corria da vida as vezes deixamos algumas coisas de lado mais vamos fazer de tudo para estar postando com mais frequencia.
Bom estive estudando um tese de Doutorado que se chama "Nem do morro, nem da cidade: as transformações do samba e a indústria cultural - 1920-1945" defendida por "Fenerick, José Adriano" em 05/12/2002 pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) teve como orientadora "Moura, Esmeralda Blanco Bolsonaro de" e os integrantes da banca examinadora foram "Eugênio, Marcos Francisco Napolitano de", "Franco, Renato Bueno", "Moura, Esmeralda Blanco Bolsonaro de", "Saliba, Elias Thome", "Tatit, Luiz Augusto de Moraes".
Estudando está tese, porém o estudo não foi comcluido ainda digamos que estudando superficialmente pude algumas características que foram trazidas não só para o samba em si mais também para a música brasileira além de um preconceito absurdo que se tinha na época. Conforme for estudando e entendendo a tese defendida po "Fenerick, José Adriano" tentarei passar a todos você de uma maneira resumida somente para que possam ter uma breve noção sobre nossa a história.
Postado por : Beatriz Marques
Olha só...de fato eu demorei mas finalmente estou postando aqui também...desculpa a demora aee Bia...rsrsrs
Mas falando de MPB...Na verdade ai vem a dificuldade, o que falar dela?
Ritmo fascinante ao qual sou apaixonado e me encanto cada dia mais, melodias, arranjos, letras e poesias tocadas com o mais sublime sentimento de cada um que a toca. A música que mexe no coração de todos, cada um de uma maneira diferente, em letras romanticas, letras de peso, letras mirabolantes as vezes até difícil de se entender.
Constata-se que a MPB teve seu início lá entre os séc. XVI e XVIII a partir da mistura de generos músicais, tais como as fanfarras, os ritmos africanos, as músicas religiosas e eruditas. Com o tempo ocorreu o surgimento de outros ritmos como o lundu e a modinha, até que em 1899 Chiquinha Gonzaga compos uma das primeiras marchinhas de carnaval, e também uma das mais conhecidas o "Abre Alas", acontecimento esse ocorrido logo após o surgimento do Choro.
No início do séc XX o samba começa a criar suas primeiras raizes através da capoeira e de batuques em oferenda aos orixás. Em 1917 surge então o primeiro samba anunciado "Pelo Telefone" de Ernesto dos Santos (o Donga) mesmo ano do surgimento da primeira gravação do saudoso Pixinguinha.
Entre os anos de 1920 e 1930 destacaram-se, Ary Barroso, Lamartine Babo, Dorival Caymmi e Noel Rosa, tals quais interpretes como Carmem Miranda e Mário Reis. Já na decada de 1940 o destaque vira-se em grande arte para "o rei do baião" o glorioso Luis Gonzaga, que trazia em seu baião o retrato do nordestino, a seca e as dificuldades sofridas. Luis Gonzaga ficou marcado por canções como "Asa Branca" e "Assum Preto".
O samba-canção tem seu surgimento também nessa época, o ritmo era mais calmo assim como orquestrado e lançou artistas como Emilinha Borba, Cauby Peixoto, Angela Maria e Dolores Duran.
Os anos 50 chegam, e com eles a Bossa Nova com sua sofisticação e suavidade que levou nossa música e belezas ao exterior. A Bossa Nova trouxe grandes compositores como Tom Jobim, Eliseth Cardoso e João Gilberto, sem excluir o grande poeta Vinícius de Morais.
Na decada de 1960 a TV Excelsior realiza o primeiro festival de música brasileira, a partir daí foram realizados então mais 3 pela TV Record, além dos festivais da TV Globo. Nestes festivais surgiram nomes como: Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Geraldo Vandré, Gilberto Gil, Elis Regina entre outros poetas e grandes nomes de nossa música popular. Compositores e interpretes sofreram nessa época com a ditadura militar que comandava o país, sendo alguns deles até deportados por irem contra e demonstrarem isso em suas músicas.
Nessa mesma década, além dos festivais de MPB, a TV Record da início ao programa "Jovem Guarda", que deu o disparate para cantores como Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa.
A partir de 1970 a MPB estoura com artistas nos 4 cantos do país. Surgem nessa época os seguintes cantores: Nara Leão, Gal Costa, Maria Bethânia, Djavan, Fafá de Belém, Clara Nunes, Belchior, Fagner, Alceu Valença, Elba Ramalho, Rita Lee e Raul Seixas (no rock), Tim Maia e Jorge Ben Jor (no funk).
As décadas de 80 e 90 dão o início pra outras caras da música brasileira, tomam conta do cenário o rock, o punk e o new wave. A década de 80 trás com ela o primeiro Rock in Rio, que fez com que a música nacional "virasse" mais sua atenção para o rock, o que culminou no surgimento de bandas como: Kid Abelha, Paralamas do Sucesso, Titãs, Ultraje a Rigor, Plebe Rude, Legião Urbana, Lobão, Barão Vermelho, entre outros.
A partir daí a MPB foi se renovando ainda mais a cada ano que se passou até chegarmos nos dias de hoje e termos o que chamamos de MPB Moderna. "Novos" artistas tomam conta do cenário da MPB hoje como Ana Carolina, Jorge Vercilo, Lenine, Isabela Taviani, Zélia Duncan, Paulinho Moska, Chico César...os sempre iluestres, Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Oswaldo Montenegro, Simone, Milton Nascimento, Djavan, Sá, Rodrix e Guarabira, Roupa Nova...e existem os ainda mais novos como, Céu, Max Viana, Moinho, Rodrigo dos Santos, Diogo Nogueira, Ana Cañas, Jair Bloch, entre outros.
Enfim, a MPB como muitos ainda pensam, não acabou ou perdeu o foco, ela só se renova para que possamos extrair dela cada vez mais qualidade musical, o que já não existe em varios ritmosque encontramos hoje, faz falta neles essa cultura, esse conhecimento, esse sentimento, esse caráter que a MPB nos trás. A MPB é única, em nenhum outro lugar do mundo temos letras tão maravilhosas quanto as encontradas aqui, nossa música expela alegria, romantismo, força, som e atitude, nos leva de momentos ruins a bons em segundos, transporta tudo o que é de mal pra bem longe de nós, sabe compreender cada momento que estamos vivendo, e compartilha conosco cada segundo da nossa vida, fazendo-nos viver cada segundo desse como o primeiro e último...a MPB nos da tranquilidade, nos faz pensar, nos faz entender o que buscamos apenas com uma simples palavras ou frase...Mas quem sou eu para tentar descrever com todas as letras o que a MPB representa, um mero estudante, que já quis ser músico, mas um amante da MPB que leva suas canções como peça chave para se viver bem.
FONTE: http://www.suapesquisa.com/mpb
Postado por: Cauê Menezes
http://www.youtube.com/watch?v=aLuQXc5agAY&feature=related
Uma pequena intrevista sobre o dia Nacional do Samba.

O dia Nacional do Samba foi instituído e 1963 e marcado com comemoração em praça publica desde 1972.
Segundo a academia do samba dia 2 de dezembro foi instituído o Dia Nacional do Samba em homenagem ao Ary Barroso. Esta iniciativa foi idéia de um de vereador baiano, Luis Monteiro da Costa, pelo fato que Ary já tinha composto seu sucesso “Na Baixa do Sapateiro” porém nunca havia colocado os pés na Bahia. Essa então foi a data em que Ary Barroso visitou pela primeira vez Salvados, a festa se espalhou pelo Brasil e acabou virando uma comemoração nacional. Hoje somente duas cidades costumam comemorar o Dia do Samba, Rio de Janeiro e Salvador. No Rio de Janeiro a festa fica por conta do Pagode no Trem, essa idéia surgiu quando moradores de Oswaldo Cruz resolvem criar um movimento para revitalizar o bairro, era o “Acorda Oswaldo Cruz”. No dia do samba o pessoal se reúne na Centra do Brasil, lota um trem e vai tocando e cantando até Oswaldo Cruz, lá formam-se varias rodas de samba, dentro dos vagões do trem vão vários grupo tradicionais da Rio como: Pagode da Tia Doca, Velhas Guardas, Bip Bip entre outros. Salvador também promove grandes shows no Pelourinho com ótimos sambistas locais, porém desconhecidos. Gente como Riachão, Eduardo Gentil, Nelson Rufino, Roque Ferreira, Walter Queiroz, Edil Pacheco entre outros, e o falecido Batatinha, recebem também convidados mais famosos, como Paulinho da Viola, Elza Soares, Beth Carvalho e Dona Ivone Lara. Bibliografia: "Academia do Samba" Bom nada mais justo que um movimento tão grande é tão marcante na historia do Brasil tenha sua data para ser comemorada e nada melhor que grandes nomes da música Brasileira para representar tudo isso, a única questão é que somente duas cidades dão total ênfase a essa comemoração, enquanto as demais cidades quando fazem comemorações uase não são divulgadas. Ai fica uma questão no ar Porque uma data que é marcante na nossa historia, a mídia em si sabe porém não divulga para a população? Porque o hoje o verdadeiro samba não é conhecido e nem reconhecido pela maioria da sociedade?
Postado por: Beatriz Marques
Samba
O Samba é uma mistura de estilos musicais de origem africana e brasileira, tocado com instrumentos de percussão como tambores, surdos, timbau e acompanhados por violão e cavaquinho. Na maioria das vezes as letras de samba mostram o cotidiano de quem mora nas cidades, com destaques para população pobre.
O termo samba vem de origem africana tem significado ligado às danças típicas e tribais do continente africano. O samba foi fincado na época do Brasil Colônia com a chegada da mão-de-obra escrava no país.
Segundo o Ranckbrasil, a musica “Pelo Telefone” foi homologada como o “Primeiro Samba Gravado no Brasil”, segundo o registro da Biblioteca Nacional, criado no ano de 1916 por Ernesto Joaquim Maria dos Santos o (Donga) e Mauro de Almeida. Com a composição “Pelo Telefone” classificado como samba sai então o maxixe e entra o samba, com essa transição da-se inicio as canções carnavalescas, com o seu lançamento e “aceitação” o samba passa a ser reconhecido como um gênero musical.
A composição de Donga e Mauro de Almeida não ganha tanta notoriedade não por ser o “Primeiro Samba Gravado” mais pro criar muitas controvérsias sobre essa afirmação e acaba se tornando uma das canções mais polemica na realidade tudo que é relacionado ao samba é motivo de polemica, a sua autoria, ser o primeiro samba gravado e sua letra.
A composição surgiu em uma roda de samba em uma famosa casa, a Casa da Tia Ciata freqüentada por vários músicos e compositores da época, Donga, Mauro de Almeida, João Baiana, Caninha, Sinhô e Pixinguinha, pelo fato de ter surgido no meio da roda de samba muitos desses músicos reivindicaram autoria sobre a musica. Sua gravação original foi uma versão instrumental por Odeon, Casa Edison, no ano de 1916 e depois recebeu uma versão Baiana e coro, pela mesma gravadora.
Tempos depois o samba passa a tomar as ruas e se espalha pelos carnavais Brasileiros neste período os principais sambistas são: Sinhô Ismael Silva e Heitor dos Prazeres, a partir da década de 30 as emissoras de rádio mesmo passando por uma difusão começa a levar o nosso samba aos lares, já nesta época os grandes sambistas e compositores eram Noel Rosa autor de Conversa de Botequim, Cartola com As Rosas Não Falam, Dorival Caymmi com O que é que a Baiana Tem?; Ary Barros de Aquarela do Brasil e Adoniran Barbosa de Trem das Onze, esse foram os grandes sambista na década de 30, entre nos anos de 70 e 80 começa a surgir outros nomes no samba como: Paulinho da Viola, Jorge Aragão, João Nogueira, Beth Carvalho, Elza Soares, Dona Ivone Lara, Clementina de Jesus , Chico Buarque, João Bosco e Aldir Blanc. Os sambistas mais importantes de todos os tempos foram: Pixinguinha, Ataulfo Alves, Carmen Miranda, Elton Medeiros, Nelson Cavaquinho, Lupicínio Rodrigues, Aracy de Almeida, Demônios da Garoa, Isaura Garcia, Candeia, Elis Regina, Nelson Sargento, Clara Nunes, Wilson Moreira, Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim e Lamartine Babo, alguns desses grandes nomes não foram sucesso somente no Brasil mais também nos EUA.
Bibliografia: http://www.rankbrasil.com.br/Recordes/Materias/?Primeiro_Samba_Gravado_no_Brasil+89&Grupo=3
Link historia do Samba
Postado por: Beatriz Marques
Bem Vindos a todos.
Bom vou falar um pouco do que pretendemos descutir neste blog.
Neste espaço vamos mostrar um pouco da historia da música mais especificamente do Samba e MPB, com a finalidade de passar ao público o que temos de bom em nosso pais em nossa cultura, e tentar entender o porque hoje a mídia não da espaço para os verdadeiros músicos e compositores para divulgar seus trabalhos e levar o conhecimento a população que hoje podemos dizer que é uma população alienada de cultura de bons gostos.
Mas gostaria de frisar que não é a intenção de ninguém criticar nenhum estilo músical neste espaço, então não iremos aceitar nenhum tipo de ofensas neste blog em relação a qualquer gênero músical.
Desde já agradeço a atenção de todos vocês.
Postado por: Beatriz Marques